“Finitas Contagens para Infinitas Variações” é uma performance duracional fundamentada no processo de construção do género de um indivíduo não ajustado a uma unidade fixa. A ação é uma releitura de “Pose Work for Plinths” (1971) de Bruce McLean. No espaço, vemos módulos sobre os quais o performer permanece, um microfone, dois pedais (looper e delay) e um amplificador de som. O performer executa poses incessantemente sobre os plintos e conta em voz ampliada cada uma das posturas ali erigidas, evitando repetições de composições corpóreas, variando timbres de vozes e impulsos nos seus trejeitos. Influencia e sofre influência dos estímulos instaurados externa e internamente. Os loopers são acionados durante cada contagem, registando gradativamente o emaranhado de números que se somam e que gradualmente tornam-se ruídos.

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