Alice Geirinhas
podcast #034
20/9/2021

27/9/2021
00:00
Outras Conversas | Entre-vistas com o Baeta

Outras Conversas | Entre-vistas com o Baeta

com José Maia

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Alice Geirinhas

Évora, 1964


No campo da criação e investigação artística tem desenvolvido um corpo de trabalho a partir da teoria feminista intersecional sobre identidade, sexualidade, igualdade de género, resistência ao histórico, da ideia do pessoal é político e da poética do político. 

Licenciou-se em Escultura pela FBAUL, mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas na FBAUP com a dissertação, O sentir sexual da diferença: o legado de Luce Irigaray na nova subjectividade e é doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes, Universidade de Coimbra com a tese Como Eu Sou Assim, Mapeamento na Primeira Pessoa: Documento e Índice, investigação sobre a autobiografia visual na produção artística contemporânea.


 À sua primeira exposição individual, A Nossa Necessidade de Consolo É Impossível de Satisfazer, Zé dos Bois (ZDB) seguiram-se (entre outras), Alice, Bedeteca de Lisboa; Ce sex qu’est pas un, Museu do Neo-realismo, Vila Franca de Xira, Chora, Gaivotas 6, Lisboa. De entre as exposições colectivas que integrou destacam-se: 2012-2020 obras da Coleção António Cachola, MACE, Elvas, Ponto de Fuga/Vanishing Point, Cordoaria Nacional, Lisboa, A Guerra como Modo de Ver, MACE, Elvas, Género na Arte: corpo, sexualidade, identidade e resistência, MNAC, Lisboa, Re-produtores de Sentido, SESC Rio, Rio de Janeiro, Portugal: 30 Artists Under 40, The Stenersen Museum, Oslo. Parte da sua obra gráfica encontra-se publicada, com destaque para os livros: Alice, (1999), Isto de Estar Vivo de Luiz Pacheco (2000), e os livros de artista: A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer (2003), Livro para Colorir, exemplar único (2006) Alice’s Guest Book exemplar único (2010); The Cabinet of Dr Alice (2014) e Manifesto Visual (2016). Da sua participação e colaboração em fanzines, destacam-se a Facada Mortal, Joe Índio, Canito e Estrela Decadente onde publica o ensaio visual Mulheres na BD sobre autoras de banda desenhada e a importância dos zines na cultura participativa. Dos coletivos artísticos que integrou destaca A Vaca Que Veio do Espaço (edição de fanzines, 1987-1988); Sparring Partners com João Fonte Santa e Pedro Amaral e Girlschool com Susana Mendes Silva. Está representada em diversas coleções públicas e privadas e o seu trabalho é regularmente publicado em livros e revistas especializadas.


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