João Pais Filipe + Joana Guerra + André Cruz
Oscilador Gráfico #3.2
25/1/2022

25/1/2022
20:00
Concerto

Oscilador Gráfico #3.2

João Pais Filipe + Joana Guerra + André Cruz

15.01| 20h00 | Sala de espetáculos


Direção Artística Saco Azul Associação Cultural & Maus Hábitos

Parceria institucional: República Portuguesa e Ministério da Cultura


O projeto Oscilador Gráfico parte da iniciativa de cruzar dois tipos distintos de artes, a música em modo de improvisação sonora e o design gráfico.  


Para isso, numa primeira fase é lançado o desafio a seis artistas gráficos de criarem uma partitura gráfica, para interpretação de dois músicos, em que estejam representados visualmente conceitos e gestos musicais, como textura, altura, intensidade, tempo e densidade, que serão apresentados num formato visual à sua escolha. Estas peças têm de representar três andamentos com a duração total de quinze minutos cada, totalizando quarenta e cinco minutos por peça. Todas as obras terão de ter legendagem para a correta leitura da mesma.


Posteriormente a esta criação são convidados doze músicos com conhecimentos e currículo na área da música experimental/improvisada bem como conhecimento de leitura e interpretação de partituras gráficas e agrupados aos pares.

Cada um desses pares terá então de fazer dois espetáculos de improvisação musical com leitura de uma das partituras gráficas previamente escolhida, em dois espaços físicos, o Maus Hábitos no Porto e o Café Concerto do Teatro de Vila Real.


Estes espetáculos serão registados visualmente e com gravação áudio.


Como parte do projeto será criado um site onde poderão ser apreciadas as obras musicais compostas nestes espetáculos e as respetivas partituras, bem como todo o material visual que foi registado, para além da informação pertinente sobre todos os artistas envolvidos no projeto.



Músicos


João Pais Filipe (n. 1980) é um baterista/percussionista e escultor sonoro do Porto. O seu percurso enquanto músico é caracterizado pela abordagem a uma grande amplitude de estilos e linguagens, em bandas como os Sektor 304, Friedman & Pais, HHY&The Macumbas, Unzen Pilot, Paisiel, Montanha Magnética, Talea Jacta, Two White Monsters Around a Round Table, Space Quartet, CZN, ao mesmo tempo que mantém uma actividade regular no universo da música improvisada, tendo participado em inúmeros projectos ao lado de nomes como os de Burnt Friedman Steve Hubback, Fritz Hauser, Evan Parker, Marcello Magliocchi, Z'EV, Carlos “Zíngaro” and Rafael Toral. João Pais Filipe desenvolve, complementarmente ao seu trajecto como músico, um trabalho de construção de gongos, pratos e outros instrumentos percussivos de metal, através do qual explora tanto as propriedades acústicas destes objectos como a sua potencial dimensão escultórica e imagética.


Joana Guerra (Lisboa, 1983) é violoncelista, cantora e compositora. Depois da formação académica no violoncelo, ruma, em 2009, à procura de outras sonoridades que fossem ao encontro de uma linguagem mais pessoal e exploratória. Integra vários projetos de música experimental, livre improvisação, noise, rock, folk ou free jazz: trio Bande à Part; dueto com o violinista Gil Dionísio; The Alvaret Ensemble; trio Preto Mate (com Ricardo Jacinto e Pedro Melo Alves); sexteto Lantana (com Helena Espvall, Maria do Mar, Maria Radich, Anna Piosik e Carla Santana); o ensemble inspirado na obra “Tratado de Cardew”, de Cornelius Cardew; Asimov and The Hidden Circus; Ela É Uma Banda. Além de muitas outras colaborações com Joelle Léandre, Surma, Raquel Lima, Spectrum Awareness, Mia Distonia, Orquestra do Ruído, Yaw Tembe, Tiago Sousa, João Ferro Martins, Lula Pena, Cícero, Pop Dell’Arte.

Editou também quatro discos do seu projeto homônimo a solo.

Joana Guerra movimenta-se em diversos contextos artísticos, enquanto compositora e performer: na dança com Madalena Victorino, Marina Nabais, Clara Andermatt e João Lucas; no cinema de João Botelho; no teatro com a Companhia João Garcia Miguel e com a Companhia Hotel Europa.


Designer


André Cruz é formado em Design de Comunicação pela ESAD – Matosinhos. Grande parte do trabalho desenvolvido enquanto designer gráfico tem expressão no mundo da cultura. Actualmente dirige o Studio Dobra em conjunto com o João Guedes e é professor assistente convidado na ESAD, Matosinhos. Em 2020 deu início ao Sumo, um podcast com conversas em torno da prática do design. O percurso de André Cruz é marcado por passagens pela ExperimentaDesign em 2005, o atelier Drop em 2006, e a colaboração com Stefan Sagmeister na implementação da identidade gráfica da Casa da Música, estrutura onde deu continuidade a esse trabalho e manteve funções de designer e director de arte entre 2007 e 2018. A forte relação com a música possibilitou que desenhasse várias capas de discos e identidades para festivais, como Paredes de Coura e Primavera Sound (Barcelona e Porto).

Ficha Técnica

Curadoria: Luis Salgado

Gestão e Coordenação Geral: Mariana Vitale

Produção: Luis Salgado e Mariana Vitale 

Gestão de Conteúdos Digitais e Comunicação: Filipe Confraria, Mariana Vitale e Rodrigo Rosas

Assessoria de Imprensa: Filipe Confraria

Design: Rodrigo Rosas

Site: Bondlayer

Gravação de Áudio e Mistura: 

Fotografia: José Caldeira 

Limpeza: Manuela Pinto

Organização e Direção Artística: Saco Azul & Maus Hábitos

Parceria institucional: República Portuguesa e Ministério da Cultura - programa Garantir Cultura 


Press

Saco Azul, Maus Hábitos,

Rua Passos Manuel 178

4º andar

4000-382 Porto


Produção & Programação Artística

marianavitale@maushabitos.com

danielpires@maushabitos.com

Assessoria de Imprensa

imprensa@maushabitos.com


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